Arena de Ideias: Flamengo, Comitê Olímpico Brasileiro e Grupo Dreamers debatem Sportainment

por | 05/08/2020 | Impressões

Foto: Folha/UOL

A 18ª edição da Arena de Ideias, webinar semanal da In Press Oficina, abordará o tema Sportainment: o futuro do entretenimento esportivo. O programa desta quinta-feira (6/8) receberá especialistas em esportes e eventos para debater como a pandemia de coronavírus afetará não apenas as competições, mas todo o negócio que envolve o esporte no Brasil e no mundo.

Já havia uma tendência mundial de mudança no entretenimento esportivo. A crescente globalização e profissionalização do mercado esportivo fez crescer cada vez mais a importância do marketing esportivo. O Sportainment, termo que une as palavras sport e entertainment, tornou-se tão importante quanto o preparo físico ou as evoluções táticas.

Agora, o jogo acontece em um campo muito maior, onde dirigentes já reconhecem que seus rivais não são mais as outras agremiações esportivas, mas e-sports, plataformas de streaming e outras mídias que competem pelos dinheiro e atenção do consumidor. O que esperar do futuro?

Participarão do debate Manoela Penna, diretora de Comunicação e Marketing do Comitê Olímpico Brasileiro (COB); Luiz Eduardo Baptista, vice-presidente de Relações Institucionais do Flamengo; e Duda Magalhães, vice-presidente executivo do Grupo Dreamers.

Também participam Patrícia Marins, sócia-diretora da In Press Oficina e especialista em gestão de crise, e Fernanda Lambach, diretora de Relacionamento com o Poder da In Press Oficina, que será a moderadora do debate.

Quando: Amanhã, 9h30.

Conheça os convidados

● Manoela Penna, diretora de Comunicação e Marketing do Comitê Olímpico Brasileiro (COB): Manoela Penna assumiu a diretoria de Comunicação e Marketing do COB em 2018, quando iniciou a reestruturação e integração das áreas. À época era sócia da Media Guide, agência especializada em esportes que fundou em 2002 e que conquistou prêmios como o Short List de PR no Festival de Cannes, o Grand Prix de PR no Wave Festival, dois Sabre Awards e seis Prêmios Aberje, entre outros. Durante o Rio 2016, Manoela Penna atendeu a 14 clientes envolvidos com o evento, entre competidores e patrocinadores. É pós-graduada em Marketing Esportivo pela Universitat Autonoma de Barcelona. Também foi diretora de Mídia da Federação Internacional de Judô, tendo iniciado sua carreira como repórter do Jornal dos Sports e do Diário Lance.

● Luiz Eduardo Baptista, vice-presidente de Relações Externas do Flamengo: Engenheiro Civil e mestre em Finanças pela UFRJ, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, foi presidente da Sky por 14 anos e é o atual vice-presidente de Relações Institucionais do Flamengo. Foi eleito um dos CEOs da década pelo portal Consumidor Moderno e possui larga trajetória no mercado, passando por empresas como Directv, Optiglobe, TVA, Lojas Americanas e Mesbla.

● Duda Magalhães, vice-presidente executivo do Grupo Dreamers: empresário do setor desde 1999, começou sua carreira realizando eventos internacionais e nacionais de windsurf e kitesurf além de grandes shows como Lenny Kravitz na Praia da Copacabana em 2005. Em 2008, chegou ao Grupo Artplan como CEO da divisão de esportes da Dream Factory e, após três anos, passou a liderar como CEO toda a operação da Dream Factory. Em 2010, comandou a reestruturação societária, unificando a marca Dream Factory e reposicionando a estratégia de atuação em eventos proprietários e live marketing.  É fundador e Presidente do Conselho de Administração da Apresenta Rio, entidade que representa o setor de entretenimento. Em 2019 assumiu também a Vice-Presidência Executiva do Grupo Dreamers, holding brasileira de comunicação e entretenimento que reúne Artplan, Dream Factory, Rock In Rio, Easy Live, Pullse, Musicalize e 1.2.3.5.8. 

● Patrícia Marins, sócia-diretora da In Press Oficina e especialista em gestão de crise: Sócia-diretora da In Press Oficina, Patrícia Marins é jornalista com especialização em Comunicação do Serviço Público pela Universidade George Washington (Washington DC) e em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. É especialista em comunicação integrada, com ênfase em posicionamento de imagem, gerenciamento de crise, programas de relações públicas e public affairs.

Mediação: Fernanda Lambach, jornalista e diretora do núcleo de Relacionamento com Poder Público da In Press Oficina.

Para participar: https://bit.ly/3fs3TbK

O jogo além do jogo

Foto: Getty Images

23 de novembro de 2019. Em Lima, no Peru, um River Plate guerreiro segurava a vantagem de 1 a 0 sobre o Flamengo. O time argentino, que jogava no 4-1-3-2, encontrou o gol logo no início do jogo e, até os 42 minutos do segundo tempo, seria o campeão da Copa Libertadores da América.

Até que o Flamengo, no 4-1-4-1, achou Gabriel Barbosa — o Gabigol — duas vezes, aos 43 e aos 46. Dois gols que sacramentaram a temporada do time carioca, que ainda seria confirmado campeão brasileiro dois dias depois.

A virada do Flamengo, no entanto, havia começado bem antes. Em 2012, o clube viveu um choque de gestão. Ao longo dos sete anos que separaram a eleição de Eduardo Bandeira de Mello, além de sanar dívidas, o clube testou diversas variações táticas.

Entre acertos, como ter o próprio time de League of Legends, e erros, como a vexatória cena do ex-não-zagueiro Wallace fincando a bandeira antes de uma derrota para o rival Vasco da Gama, ficou evidente que o Flamengo havia começado a pensar no jogo além do jogo.

A tendência é mundial. Hoje, todo grande clube europeu tem um time de E-sports, um canal no TikTok ou programas de benefícios. A disputa vai além dos gramados. Está nos smartphones, nos videogames e na política.

O esporte não é mais só sobre a bola, gols, dribles e pontos. Nessa competição, o campeão será quem conseguir acompanhar tendências.

Congresso acelera implementação da LGPD

Foto: Stock Photo

Na tarde de hoje (5/8), o deputado Damião Feliciano (PDT/PB) apresentou parecer à medida provisória 959/20, que trata da operacionalização do pagamento do Benefício Emergencial e prorroga a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, pela terceira vez. 

Diante do imbróglio em torno da data de vigência da Lei aprovada em 2018, o relator optou por retirar o dispositivo que propunha o vacatio legis para 3 de maio de 2021. Desta forma, a lei sobre LGPD poderá entrar em vigor a partir do dia 15 de agosto de 2020, conforme o que propõe a Lei 13.709/2018.

Entidades que defendem o adiamento da lei argumentam que sem a instalação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), haverá grande insegurança jurídica. A instituição, vinculada à presidência da República, será responsável por editar os regulamentos e procedimentos sobre proteção de dados pessoais e privacidade, que servirão de norte para balizar as ações das empresas de adequação à LGPD.

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Arte: In Press Oficina | Fonte: Conass

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