Consumo de notícias veiculadas pela mídia tradicional aumenta durante pandemia

por | 16/06/2020 | Impressões

Fonte: G1 -0 Globo.com

Segundo o Instituto Reuters de Jornalismo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, a crise do coronavírus aumentou substancialmente o consumo de veículos de mídia tradicionais. A conclusão foi publicada na edição de 2020 do tradicional Digital News Report, um estudo realizado em cinco países — entre eles, o Brasil.

O relatório identifica que, durante a pandemia, a televisão se destacou como a principal fonte de notícias. No entanto, o uso de mídias digitais e redes sociais cresceu significativamente, enquanto o consumo de mídias físicas, como jornais, caíram vertiginosamente devido às barreiras físicas. Assim, o instituto avalia que o cenário deverá acelerar a mudança para um futuro totalmente digital.

No Brasil, as mídias sociais superaram pela primeira vez a televisão em termos de consumo de notícias. Além disso, os smartphones se consolidaram como o principal dispositivo para acesso às novidades. O Facebook segue como a principal plataforma para consumo de notícias.

Segundo o estudo, os canais do grupo Globo figuram entre os mais acessados e possuem ao menos 59% de confiabilidade. No entanto, nesse último quesito, aparecem em posição intermediária, atrás dos concorrentes Band News, Jornal do SBT e Record News.

Militares firmes e fortes nas redes sociais

Fonte: Ministério da Saúde

Durante a pandemia do coronavírus, a ala militar do governo Bolsonaro assumiu a linha de frente no contingenciamento das diferentes facetas da crise: de saúde pública, econômica e política. Antes restritos aos bastidores, nomes como os generais WalterBraga Netto e Augusto Heleno assumiram o papel de porta-vozes do governo ao lado do vice-presidente Hamilton Mourão.

A mudança de postura fica evidente nas redes destes militares da reserva. Levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP-FGV), publicado pela revista Piauí, mostra que as menções ao general Augusto Heleno aumentaram mais de 1000%. Já as menções a Mourão subiram quase 600%. O engajamento vai crescendo à medida que os generais vão assumindo o front político.

No entanto, há uma regra não-escrita. Apenas militares da reserva assumem publicamente seus posicionamentos. Na última semana, ao pedir que a oposição não “esticasse a corda”, o general Luiz Eduardo Ramos, secretário de Governo da Presidência da República, desagradou militares e opositores. Ramos ainda está na ativa e, assim, sua fala pode ser interpretada como um posicionamento das Forças Armadas. Com isso, recebeu uma chamada de Mourão, que afirmou que “não existem militares fardados dando declarações políticas”.

Quer saber mais sobre a ala militar do governo? Leia no blog.

Zoom fatigue e detox digital

Fonte: Personare

A nova realidade trazida pela pandemia de Covid-19 obrigou que empresas se adaptassem ao trabalho remoto. O distanciamento social fez com que as pessoas buscassem se aproximar por meio de ferramentas para que conseguissem seguir trabalhando. Assim, tornou-se comum que colaboradores entrem e saiam de videoconferências sem parar ao longo do dia. Essa prática, além de atrapalhar a produtividade, gera um cansaço mental que já ganhou até termo: Zoom fatigue.

A “fadiga do Zoom”, em referência à ferramenta que cresceu mais de 1000% em meio à pandemia, diz respeito à fadiga ao qual o cérebro se submete após sucessivas videoconferências. Com o aumento na frequência de reuniões virtuais, o cérebro interpreta que participou de uma longa reunião ao longo do dia, aumentando o cansaço sentido pelo corpo.

Muitos profissionais têm buscado amenizar a pressão exercida pelas salas de videoconferência dando pausas de, pelo menos, 15 minutos entre uma reunião e outra. Também há quem busque socorro na meditação para descansar a mente e resgatar a vivacidade e a criatividade. Valem sessões no início do dia, no meio do expediente e antes de dormir. Os mais radicais, têm aderido ao detox digital, tirando alguns dias de folga para ficar longe das redes sociais, das videoconferências e dos e-mails. Veja a seguir, como evitar o Zoom fatigue:

  • Não dependa de reuniões e videoconferências para saber o que precisa ser feito: reuniões são importantes, mas podem diminuir o foco e o tempo de trabalho se não tiverem o objetivo correto. Investir em comunicação assíncrona é importante para garantir que as pessoas realizem o trabalho sem precisar acionar umas às outras a todo momento;
  • Evite a sobrecarga de informação e senso de urgência desnecessário: diminuir a complexidade da informação favorece a velocidade do trabalho e da tomada de decisão. Alinhar prioridades evita interrupções do trabalho e a perda de produtividade;
  • Confie na equipe: no home office, é ainda mais importante estar acessível e disponível nos canais de comunicação. No entanto, o importante é o progresso do trabalho. Para isso, é preciso confiar na equipe.

A reflexão

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Fonte: CONASS

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