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Eleições municipais: o fenômeno Russomano

por | 23/10/2020 | Impressões

Foto: Tiago Queiroz | Estadão

Nome conhecido na política, o deputado federal Celso Russomano (Republi/SP) está em sua terceira candidatura à prefeitura de São Paulo. Os resultados da última pesquisa Datafolha, no entanto, preocupam: Russomano caiu de 34% das intenções de voto iniciais e hoje conta com apenas 20%, vendo os concorrentes Bruno Covas (PSDB), atual prefeito, Guilherme Boulos (PSOL) e Márcio França (PSB), crescerem na disputa.

Russomano apresenta histórico curioso nas eleições paulistanas. O deputado foi candidato à prefeitura da capital paulista em outras duas oportunidades, além de uma candidatura ao governo do estado. Em ambas as candidaturas ao Palácio dos Bandeirantes, largou como um dos favoritos, mas amargou apenas o terceiro lugar.

O cenário e o histório não o esmorecem. À Rádio Eldorado, o candidato confirmou o otimismo rumo ao segundo turno. Dessa vez, Russomano tem a seu favor a pulverização dos votos em quatro candidatos principais. Além disso, colou a prórpia imagem à do presidente Jair Bolsonaro.

Assim, não apenas busca o voto conservador, mas se coloca como candidato da oposição, contrário a Covas, ao PSDB e, consequentemente, ao governador João Dória. 

Resta saber se as urnas, desta vez, desmentirão o passado ou repetirão a dúvida sobre quem herdará os votos do candidato, como ocorreu em 2012 (exemplo do tuíte do então deputado Eduardo Cunha).

Quem é? Leônidas de Araújo

Foto: Fábio Macial

O major-brigadeiro Leônidas de Araújo Medeiros Jr. passará a ocupar o cargo de secretário-executivo do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), em substituição a Julio Semeghini. 

Ao contrário de seu antecessor, que carregava consigo uma ampla bagagem política junto ao PSDB paulista e com excelente imagem entre os setores da tecnologia e das comunicações, o currículo de Leônidas é totalmente ligado à carreira militar.

Membro da  Força Aérea Brasileira há 29 anos, o novo secretário ocupou diversos cargos administrativos na corporação. Até então, era subcomandante da Escola Superior de Guerra. Com a nomeação de Leônidas, o governo amplia a quantidade de militares na administração pública, número que mais que dobrou no último ano.

Nevoeiro ofusca disputas do alto escalão em Brasília

Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado

Na manhã última quarta-feira (21/10), houve registro de nevoeiro em pontos isolados na capital do país, informou o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O clima ameno no quadradinho do país e também no Congresso Nacional, que naquele dia seguia sabatinando autoridades daqui e dali, pode ter ofuscado os olhos da disputa ferrenha em torno da presidência da Comissão Mista de Orçamento. 

De um lado, o atual presidente da Câmara dos Deputados que, além de costurar a presidência da CMO, já trabalha para a sucessão do Casa, a ser definida em eleição em fevereiro.  De outro, o deputado Arthur Lira (PP/AL),   líder do Centrão e nome de confiança do presidente Jair Bolsonaro e os ministros mais próximos.

O “malvado favorito”, apelido dado por Bolsonaro a Lira, e o deputado federal Wellington Roberto (PL/PB), outra liderança do Centrão, participaram na quarta de reunião com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Ao que tudo indica, trabalham na construção de uma estratégia  para aprovar o projeto de autonomia do Banco Central no Senado e também  para destravar a votação de quase 30 matérias legislativas. Tais propostas abrem o cofre do governo, liberando uma soma de cerca de R$ 27 bilhões em créditos adicionais ao Orçamento.

Em setembro, os líderes partidários fizeram duas tentativas frustradas de escolher o presidente do colegiado. Pelo rodízio periódico entre Senado e Câmara, a presidência da CMO neste ano cabe a um deputado. Um grupo de parlamentares apoia o aliado de Maia, deputado Elmar Nascimento (DEM/BA), para o cargo, enquanto outra ala defende o nome da deputada de primeiro mandato e correligionária de Lira, Flávia Arruda (PL/DF), conforme falamos no Impressões do dia 13/10.

Emily em… qualquer lugar

Foto: Reprodução Netflix | Reprodução Instagram

Falem mal, mas falem de mim. O dito popular retrata bem a série Emily em Paris. As inúmeras críticas de veículos e perfis nas redes não impediram a série de seguir entre as Top 10 da Netflix e gerar muito buzz.

Emily é uma jovem que, num golpe de sorte, acaba transferida para o escritório de Paris de uma agência de marketing e, entre o trabalho e posts de selfies com cartões postais ou cenas cotidianas, ganha seguidores.   
Até virar uma influencer, enfrenta bullying da nova equipe e diferença cultural que exibe traços característicos do francês, como o mau humor com estrangeiro que não fala a língua local .

Críticos reclamaram dos clichês e tratam a série conto de fadas sem graça, um piorado “Sex and Citty” do século XXI. O público parece não se importar com nada disso e aposta no entretenimento leve, em tempos de pandemia.

Os fãs estão, no Instagram e no Twitter, colando a imagem da Emily a pontos turísticos ou comuns das próprias cidades.  Estimulados, provavelmente, pelo convite do @NetFlixBrasil: “Se em vez de ir pra Paris a Emily fosse pra sua cidade, como seria a série?.

Nessa semana, para estimular mais postagens o perfil disponibilizou imagem da Emily “recortadinha” para montagens de cenas da cidade onde o fã mora.

A reflexão

Arte: In Press Oficina

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Arte: In Press Oficina

Números do dia

Arte: In Press Oficina | Fonte: Conass

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