Gestão de dados da saúde é fundamental e demanda comunicação certeira

por | 23/07/2020 | Impressões

Foto: Diário da Manhã

A In Press Oficina realizou, hoje (23/7) ,a 16ª edição do webinar semanal Arena de Ideias, com o tema Saúde na era da informação: ciência de dados para a inovação na indústria e no setor público. Na mesa virtual de debates, um consenso: a gestão de dados da saúde será essencial para sairmos da crise, mas será preciso ética, união de setores e comunicação eficiente.

A mesa virtual de debates contou com a participação do professor e pesquisador do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Daniel Soranz; da diretora de Relações Institucionais da Sanofi, Isabela Vargas; da gerente sênior de Public Affairs para América Latina da Edwards Lifesciences, Márcia Alves; e da sócia-diretora da In Press Oficina e especialista em gestão de crise, imagem e reputação, Patrícia Marins.

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Teto de gastos ameaça ser mais um capítulo do tensionamento entre governo e Congresso

Foto: Diário de Goiás

Ontem (22/7), durante live organizada pelo economista Renoir Vieira, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), afirmou que a discussão em torno da flexibilização do teto de gastos para financiar o novo programa de transferência de renda do governo significa que “a eleição de 2022 foi antecipada”.

Segundo Maia, a tentativa de criar um novo imposto nos moldes da CPMF também acaba gerando esse efeito. “Se a gente continuar deixando os problemas do passado vivos, e criando novas receitas para novos programas, continuaremos com um Estado que não vai crescer e não vai gerar produtividade. Um imposto aos moldes da CPMF, como quer o governo, trava o crescimento e é cumulativo (…). Para mim, não faz sentido debate sobre nenhum novo imposto enquanto você não organizar o sistema tributário”, afirmou o deputado.

O governo federal projeta que a dívida pública aumente em quase 100% do valor do PIB e, por isso, se vê tendo que balancear a necessidade de recursos para custear as finanças públicas com o objetivo de aumentar a produtividade do país. Além disso, vê o capital político do presidente cada vez mais dependente dos programas de assistência emergencial.

Sendo assim, ainda que governo e Congresso Nacional vivam um momento de relativa paz, será difícil que o governo “resista às tentações” de mexer no teto de gastos, conforme pregou Rodrigo Maia. Ou seja: mais tensionamentos à vista entre o Executivo Federal e as lideranças da Câmara dos Deputados.

Maia 2 — Reformas a caminho

Foto: Asmetro-SN

Após destravar as discussões em torno da Reforma Tributária, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), voltou o envio de uma proposta do governo para a Reforma Administrativa o mais rapidamente possível.

“Se não fizermos isso, vamos ter uma pressão muito grande de descontrole total do gasto público, porque, se não abrirmos, pelo menos nos próximos anos, um espaço para a redução da despesa pública e melhorar a qualidade desse gasto, começaremos a ver a pressão para usar a PEC da Guerra para botar investimento para o próximo ano”, afirmou Maia durante videoconferência realizada na manhã de hoje (23/7) pela Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa.

Maia defende que as tratativas comecem ainda neste ano, pois haveria uma “janela” de 12 meses antes do início do debate eleitoral, que pode inviabilizar o processo. O “primeiro-ministro”, como Rodrigo Maia é chamado por colegas mais próximos, segue pressionando o Planalto e o ministro da Economia e já articula para garantir que seu sucessor dê continuidade à agenda de reformas.

Em meio crise sanitária, o atual presidente da Câmara se consolidou como uma das principais lideranças políticas, sendo essencial para pautar as decisões do Legislativo. Em seu sétimo mandato como deputado federal, Maia ocupa a presidência da Casa desde 2016, por ocasião da renúncia do deputado Eduardo Cunha (MDB/RJ). 

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Fonte: CONASS

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